

Portfólio muito interessante do designer gráfico alemão André Smatik. Com traços bem definidos e bem peculiares o designer
Cannes ainda está longe mas você já pode ir pensando no Festival. Foi lançado um concurso para design de uma T-Shirt estilizada para o festival mais importante da publicidade mundial. Qualquer um pode particiar, a única exigência é que o Leão, símbolo do Festival, esteja presente no design. Para saber mais, clique aqui.
Mickey Mouse, o rato mais famoso do mundo, reproduzido de diversas maneiras diferentes por vários artistas e presente em guitarras, bolsas e bonés. Tudo isso no Bloc28.
O banco Itaú é o novo patrocinador da Seleção Brasileira de Futebol, segundo informações o contrato foi fechado em 15 milhões de dólares anuais por um período de sete anos, totalizando 105 milhões de dólares. A marca do banco ficará estampada no ombro das camisetas e agasalhos da seleção canarinho. O contrato, que tem validade até 2015, será importante para ambas as partes, principalmente em 2014, ano em que o Brasil irá sediar a Copa do Mundo de Futebol da FIFA.
Cadeiras desenvolvidas pelo pessoal da RITA, Canadá, para um escritório daquela país. A idéia não podia ser outra, bem elaborada e com um visual fantástico. Show de bola.
Texto “du caralho” escrito por Eduardo Visinoni na coluna Ponto & Vírgula, do Clube de Criação do Paraná. Analogia bacana e um texto muito bem escrito e articulado, vale a leitura.
O Churrasco sem carne
Existe um filha-de-uma-puta entre nós.
Bem, na verdade, existem vários. Mas esse é “o cara”. Esse é “o cão”. Esse fodeu todo mundo. Eu, você, seu cliente e, com todo respeito, até sua santa mãe. Todos se fodem na mão desse cara. O que ele fez? Esse filha-de-uma-puta serviu o churrasco sem carne.
Explico-me: há muito tempo um grande mestre cuca, bom e sábio inventou o churrasco com carne. Para tanto ele estipulou que em essência para ser churrasco devia haver brasa, espeto, tempo e a carne.
Assim, o churrasco começou a ganhar fama. Inventaram novos cortes, temperos diferentes, carnes inusitadas e acompanhamento completaram a fama da carne brasileira na brasa. Tudo ia bem. As churrascarias cresciam, os clientes
gostavam, a mesa era farta. Até que um triste dia, um cliente sem saber o que queria (ou fazia) entrou na churrascaria e perguntou se dava para servir o churrasco sem os acompanhamentos. Afinal, o bom da carne é ela mesma. Assim foi feito e a maionese, o vinagrete, a polenta e a cerveja rodaram.
Satisfeito com o resultado do churrasco sem acompanhamento, o cliente voltou na semana seguinte e pediu para ver ser dava para dimunir o tamanho das peças de carne, tirar os pontiagudos e perigosos espetos de aço e manerar no tempero. Assim, lhe foi servido o chicho empalado num espetinho de pau. O cliente gostou do chicho. Mas achou os cubos de alcatra meio grandes, a cebola ardida e que o tomate, na cor vermelha, lhe lembrava o demônio. Assim, no retorno a churrascaria, resolveu pedir para assarem no gás (chama azul) um chicho com cubos pequenos e o pepino quadrado. Foi atendido e saiu bem satisfeito. Afinal, mesmo mal passado tinha o um “q” de churrasco. Dai ele voltou na semana seguinte com o grande pedido:
- Será que dá para tirar a carne do churrasco?
O filha-de-uma-puta podia ter argumentado sobre a fundamentalidade de ter carne no churrasco, podia falar do valor energético da carne, alardear o sabor incomparável, com gosto de quero mais, da carne. Mas nada! Servil, covarde ou somente ignorante de seu ato, disse:
“- Dá, sim senhor”.
Assim, o que podia ser um delicioso churrasco começou a perder encanto. E pior: de lá para cá passaram a pensar que pepino no palito era churrasco.
Assim, propaganda virou uma coisa barata, rasteira, chata e sem graça, quando deveria ser um baita banquete.
Assim, as verbas gordas e saborosas, mirraram, churrascarias encolheram e algumas viraram “ por quilo” outras lanchonetes.
Assim, criativos passaram de mestre churrasqueiros a meros chapeiros.
Assim, os prazos de produção se igualaram aos de fast food.
Assim, os horários nobres, como carnes nobres, viraram coisas caras, intragáveis.
Assim, a santa mãe da gente, não assobia mais jingles e nem ouve o apito do Peru e sempre muda de canal na hora do comercial frio e duro.
Enfim, assim a propaganda virou um mero pepino quadrado imediatista e descartável para empresas, ao invés de ser fundamental como a costela foi para Adão.
Tudo culpa dele. O filho-de-uma-puta que serviu o churrasco sem carne. Elepodia não saber o que fazia. Mas, com certeza, hoje sente bem fundo o espeto cravado em suas próprias costas.
Mais uma vez o assunto do blog é relacionado aos Jogos Olímpicos. A Coca-Cola lançou em 150 países uma edição limitada de embalagens comemorativas aos jogos de Pequim. A garrafa PET de 600ml trazem caracteres em mandarim, que significa “Felicidade Deliciosa”.

















